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​STJ abre sindicância sobre ministro acusado de assédio sexual

​STJ abre sindicância sobre ministro acusado de assédio sexual

Marco Buzzi afirmou ter sido surpreendido ‘com o teor das insinuações’ e negou a acusação

imagem-jvp-2026-02-05t083000.935-750x450 ​STJ abre sindicância sobre ministro acusado de assédio sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu na última terça-feira (4) uma sindicância interna para apurar a acusação de assédio sexual que teria sido praticado pelo ministro Marco Aurélio Buzzi. Ele nega a acusação.

A decisão foi aprovada por unanimidade pelo plenário do STJ, que designou os ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira para integrarem a comissão responsável pela análise da acusação.

Segundo nota divulgada pelo ministro, as acusações não correspondem aos fatos. “O ministro Marco Buzzi informa que foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos. Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, afirmou.

À Jovem Pan, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que foram colhidos depoimentos em relação ao caso na manhã desta quarta-feira (4). “O caso está tramitando no âmbito da Corregedoria Nacional de Justiça, em sigilo, como determina a legislação brasileira. Tal medida é necessária para preservar a intimidade e a integridade da vítima, além de evitar a exposição indevida e a revitimização”, diz o comunicado.

Se for aberto procedimento e Buzzi for condenado, ele pode sofrer sanções administrativas, que variam da advertência à aposentadoria compulsória.  A mãe da vítima, que é advogada, procurou ministros do STJ para contar o caso. Um integrante do tribunal admitiu que não há disposição dos colegas de proteger o ministro acusado.

*Com informações do Estadão Conteúdo 

 

 

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