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​Lula lança pacto contra feminicídio sem ações práticas, mas fala em combate para que ‘não haja agressores’

​Lula lança pacto contra feminicídio sem ações práticas, mas fala em combate para que ‘não haja agressores’

Declaração foi feita na cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, realizada nesta quarta-feira, 4, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença dos chefes dos Três Poderes

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que, “pela primeira vez, os homens estão assumindo responsabilidade pela luta em defesa da mulher”.

O presidente ainda afirmou que “não basta não ser agressor, é preciso lutar para que não haja agressores”. “Cada homem neste país tem uma missão. Começando com amigos, primos, tios, vizinhos, colegas de trabalho, companheiros privados e parceiros de futebol. Não podemos nos omitir. Enquanto poder público, vamos aprimorar os instrumentos de proteção, prevenção e acolhimento. Enquanto homens, vamos desconstruir, tijolo por tijolo, essa cultura machista que nos envergonha a todos”, afirmou.

A declaração foi feita na cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, realizada nesta quarta-feira, 4, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença dos chefes dos Três Poderes.

Lula ainda disse que a defesa das mulheres é um tema de “porta de fábrica”, dos sindicatos e dos trabalhadores, “não apenas para o Dia da Mulher”. O presidente destacou que a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com uma ação, pela primeira vez, para punir pessoas que cometeram crimes violentos contra mulheres. O objetivo é obrigar o agressor a pagar a pensão do filho até os 21 anos.

“Não foi a primeira vez que teve um processo, mas foi a primeira vez que o governo assumiu a responsabilidade de reivindicar a punição econômica e, graças a Deus, recebeu a vitória”, afirmou. ‘É preciso lutar para que não haja agressores’.

Apesar do lançamento do pacto, poucas ações práticas foram apresentadas, apenas planos para o futuro. Única medida anunciada foi a criação de um comitê contra o feminicídio, da qual a ministra das Relações Institucionais, Gleise Hoffmann (PT), disse que será formado por quatro representantes de cada Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário).

“Após a composição, esse comitê se reunirá para discutir um plano de trabalho comum com ação, se reunirá para discutir um plano de trabalho comum com ações prioritárias, contundentes e efetivas para enfrentar o feminicídio”, disse o presidente.

*Com Estadão Conteúdo

 

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