
Uma juíza distrital federal decidiu, nesta sexta-feira (30), que Luigi Mangione não poderá ser condenado à pena de morte pelo assassinato de Brian Thompson, ex-CEO da UnitedHealthcare, ocorrido em dezembro de 2024.
A decisão da juíza Margaret Garnett contraria o esforço dos promotores federais, que buscavam a execução do réu. Mangione é acusado de matar o executivo a tiros em frente a um hotel em Manhattan, um crime que gerou grande repercussão nos Estados Unidos.
Além de afastar a possibilidade de pena de morte, a juíza Garnett emitiu outra decisão que permite que as evidências encontradas na mochila de Mangione no momento de sua prisão sejam utilizadas no julgamento.
Entre os itens apreendidos pela polícia e aceitos pelo tribunal estão uma pistola, um carregador municiado e um caderno vermelho. Para as autoridades, essas peças são fundamentais para ligar o suspeito ao crime.
A defesa de Mangione tentou barrar o uso desses objetos, argumentando que a busca na mochila teria sido ilegal por ter ocorrido sem um mandado judicial e sem a existência de uma ameaça imediata que justificasse a revista. No entanto, a juíza rejeitou o argumento da defesa, mantendo as provas no processo.
O caso segue em tramitação na justiça federal de Nova York. O julgamento de Mangione está previsto para ocorrer ainda este ano.
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