
O Escritório Controlador de Moeda dos Estados Unidos (OCC, na sigla em inglês) aprovou nesta quinta-feira (29) a licença bancária nacional solicitada pelo Nubank. Com o aval do órgão, a fintech brasileira poderá operar como banco. Conforme regras de reguladores norte-americanos, a instituição financeira tem de inaugurar estabelecimento no país, em até 18 meses.
“A aprovação condicional representa um marco na estratégia de longo prazo da empresa para expandir sua presença operacional e oferta de produtos nos Estados Unidos”, declarou o Nubank em comunicado aos investidores.
No informe, o fundador e diretor-executivo da Nu Holdings, David Vélez, disse que a permissão “é uma oportunidade de provar a tese de que um modelo digital-first, centrado no cliente, é o futuro dos serviços financeiros globais”. Ele ainda ponderou que, apesar do aval dos EUA, a fintech “continuará focada nos mercados principais no Brasil, México e Colômbia”.
A empreitada nos Estados Unidos será encabeçada pela cofundadora Cristina Junqueira. O ex-presidente do Banco Central brasileiro Roberto Campos Neto chefiará o Conselho de Administração do braço norte-americano do Nubank.
A aprovação se deu em meio a investida do Nubank para expandir a operação. Na segunda-feira (26), a fintech anunciou que investirá mais de R$ 2,5 bilhões para ampliar escritórios no Brasil e no exterior. No comunicado desta quinta, a instituição financeira disse que vai estabelecer “hubs estratégicos” em Miami, no norte do estado da Virgínia e no chamado Triângulo da Pesquisa, localizado na Carolina do Norte.
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